159 - Aplicando o minimalismo na quarentena

Oi, gente!

É oficial: uma grande parte da população brasileira já está em quarentena. É um momento difícil, onde somos obrigados a deixar nossa rotina de lado e nos adaptarmos à essa nova condição.
Nesse momento podemos aproveitar para aplicar o minimalismo em nossas atitudes, assim colaborando para nós mesmos como indivíduos e também para o coletivo.
Uma das principais bases do minimalismo é aprendermos a viver apenas com o essencial para nós, logo não existe a necessidade de fazer um estoque absurdo de alimentos e produtos em nossa casa. Concordo que devemos fazer um planejamento e colocar em uma lista o que precisaremos para os próximos dez ou quinze dias. Aqui é uma boa hora para colocar em prática aquele velho plano de fazer marmitas ou seguir um "menu" de refeições para a semana. É uma ótima maneira de ser organizar sem exageros.
Inclusive, ainda falando sobre esse assunto, coloquei aqui do lado um quadrinho que vi no facebook e achei interessante e pertinente: alguns produtos só estão em falta porque algumas pessoas compram além do necessário.
Ainda flertando com o minimalismo? Sim, não? Tanto faz a resposta... Que tal fazer/refazer um destralhe? Aproveite o tempo livre para rever os excessos na sua casa. Roupas, calçados, documentos, livros, utensílios, etc. Veja o que ainda tem utilidade e sentido em sua vida e descarte os outros itens.
Durante esse exercício de desapego, você acabará percebendo que muitas reflexões virão a sua mente. Porque acumular tantas coisas? Porque não prestei atenção ao que realmente precisava ao comprar esses itens? Faça uma auto análise para evitar novas compras por impulso.
Nesse cenário delicado em que estamos vivendo, sendo privados dos nossos afazeres cotidianos, dos nossos dias normais, percebemos o quanto nos faz falta aquela ida diária à academia, a conversa pessoalmente com os amigos, a cervejinha no bar... Veja que pouco tem a ver com bens ou dinheiro, mas sim com experiências! Vamos aproveitar esse tempo para ver o que realmente importa para nós.

Até breve,
Fran Scandolara

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