Livro | Marie Kondo - A Mágica da Arrumação - Destralhe Sapatos e Bolsas

Oi, gente!
Mais um post da série Minha experiência KonMari, se ainda não leu nenhum post desta série, clique aqui para saber mais detalhes.
Continuando o último post, hoje o post é falando do meu destralhe de sapatos e bolsas.



Sapatos:
Sempre tive problemas em comprar sapatos, pois tenho um pézinho muito delicado de tamanho 39/40 rs. Então, nas lojas físicas nunca tive muitas opções de calçados. Mas, eis que surgiu um mundo de possibilidades na minha frente com a internet. Tenho três marcas do coração e meus sapatos basicamente se resumem a elas: moleca, dakotakeds (aceito parcerias, migos kkkk).
Bom, como foi meu processo de destralhe dos sapatos: 
Primeiro, tirei todos das prateleiras (improvisadas) e coloquei em um monte no chão:

ESSE ERA O ANTES, ALGUNS PARES MISTURADOS COM OS DA MINHA MÃE

TUDO BEM ORGANIZADO, TÁ MORES

Depois, foi hora de colocar tudo no lugar. Em resumo: gosto de deixar meus sapatos no alcance dos olhos, acho mais fácil de escolher na hora de vestir, rs
Primeiro armário da minha mãe.
Segundo armário: minhas sapatilhas e meus tênis de academia. 
Nas caixas de sapato deixei meus sapatos de salto, que quase não uso (tem três caixas vazias ali).
Terceiro armário: rasteirinhas em cima e dentro do armários minhas botas e tênis.

FIQUEI COM UM TOTAL DE: 13 SAPATILHAS, 6 TÊNIS CASUAIS, 2 TÊNIS DE ACADEMIA, 3 RASTEIRINHAS E 3 BOTAS
Um total de 27 pares de sapatos, sendo que me desfiz de 10 sapatos.


Bolsas:
Segui o mesmo princípio dos sapatos, com a ressalva de que uso as bolsas junto com a minha mãe, então não pude sair simplesmente me desfazendo de tudo, rs.
TUDO BEM ORGANIZADO NOVAMENTE
Dividindo por categorias, fiquei com as seguintes bolsas:

TRANSVERSAL

MOCHILA

BOLSAS ALÇA CURTA

BOLSAS DE PRAIA

Me desfiz destas 4 bolsas:


Aproveitando o embalo, já resolvi destralhar minhas carteiras também:

TINHA 8

MANTIVE 3

Eu sei que não sou a rainha do destralhe, mas tentei ao máximo deixar apenas sapatos e bolsas que sei que realmente uso. 
Meu objetivo tanto para um quanto para o outro é começar a prezar mais pela quantidade dos produtos, assim não precisando fazer substituições de curto prazo.

O que acharam? Já destralharam algo hoje?

Até breve,
Fran Scandolara

Minimalismo | Existe um padrão a ser seguido no minimalismo?

Oi, gente!

Não sei se é porque eu estou envolvida com o assunto, mas me parece que nos últimos meses, tenho notado uma onda crescente de pessoas se interessando pelo estilo de vida minimalista. Pra mim, faz todo sentido, já que a minha geração cresceu em busca de um trabalho que ame, de ser bem-sucedidos e viajar esse mundão a fora. E tudo isso nada mais é que viver experiências e não apenas comprar coisas.


Como sempre insisto em dizer aqui no blog, o minimalismo como estilo de vida, em suma é saber identificar o que é essencial em sua vida e não se prender ao resto. Assim temos consciência do que realmente nos faz bem e nos acrescenta coisas boas em nossas vidas. 
Mas, muitas vezes percebo as pessoas se enganando sobre o que é o minimalismo. Não existe uma regra a ser seguida, como tudo na vida. Cada um de nós sabemos quais são as nossas preferências e prioridades em cada área da nossa vida. 
Minimalismo não é vestir apenas preto e branco, mesmo que aos poucos você perceba que é muito mais útil ter roupas neutras do que um milhão de peças coloridas que não combinam entre si.
Minimalismo não é ter um cômodo inteiro branco com 2 móveis, mas ter um cômodo que tenha tudo o que você realmente precisa.
O que quero dizer é que ninguém precisa de coisas específicas para alcançar a essência do minimalismo. Não é necessário contar cada item que temos em casa e menos ainda aderir a um estilo só de roupas. Somos indivíduos e dessa maneira cada um de nós temos nossos próprios itens essenciais para nos fazer felizes.

O que eu gostaria de passar com esse post, são algumas atitudes que estou adotando no meu cotidiano para diminuir os excessos e simplificar a vida.
  
  • Mantenha as coisas que te fazem feliz.    
Afinal, não vejo nenhum sentido em me desfazer de coisas que tenho e me fazem bem. Na internet a fora existem muitas sugestões de itens que devem ser jogados fora. E, enquanto faz muito sentido se livrar de produtos fora do prazo de validade, roupas que já não servem e objetos quebrados que não têm conserto, não faz nenhum sentido se livrar de uma coleção de "qualquer coisa" que te traz uma imensa felicidade quando você vê, mesmo que sem uso na maior parte do tempo. 
Aqui cabe um ensinamento que aprendi com a Marie Kondo: deixe os objetos que ama próximo aos seus olhos. De que adianta uma coleção maravilhosa de canecas dentro do armário? Deixe-as no seu campo de visão para que o sentimento de felicidade se mantenha presente sempre que ver.
Mas, se algumas coisas simplesmente estão ocupando lugar, acumulando pó e sem fazer a menor diferença na sua vida, não pense duas vezes em descartá-las - incluindo a possibilidade de doar e vender.

  • Não se prenda a números.
Outra coisa que tem bastante na internet: sugestões de um número ideal de itens de cada categoria. X sapatos, Y calças, etc. Mas, esquecem que cada pessoa tem uma rotina e gostos diferentes, logo não tem como criar um padrão.
Eu, por exemplo, não preciso ter calças sociais. Não tenho costume de usar. Em contrapartida, mesmo depois de fazer uma boa limpa no guarda-roupa ainda tenho blusinhas sem manga - sou uma pessoa calorenta e não importa o frio que faça eu coloco uma delas com um casaco por cima, só para não tomar "friagem" kkk. Eis mais uma prova de que não existe um padrão para o minimalismo. É claro que eu viveria com menos blusas, se eu pensasse na função de cada uma, mas eu uso todas elas. Sem contar, que a maioria delas tem mais de dois anos e o fato de eu não sentir a necessidade de comprar outras para substituí-las me deixa muito mais feliz do que eu ter que ficar pensando em qual delas eu daria embora.
  • Livre-se do que realmente é desnecessário.
É bastante arriscado que durante a empolgação e o desejo de ter uma vida mais simples nós simplesmente tenhamos vontade de ir tirando da nossa vida tudo o que olhamos e pensamos ser excesso. Eu, tenho um problema com papeis de todos os tipos. Simplesmente ainda não encontrei um método de organização em que eles fiquem organizados ou no lixo, rs. Em compensação, sempre que estou ansiosa ou com tempo livre, corro para o guarda-roupa e vejo se tem alguma coisa que esteja precisando consertar ou que eu não queira mais usar. Não seria muito mais útil eu gastar essa energia organizando os papeis e não olhando de novo um móvel que já foi devidamente organizado? Então, minha dica é ir direto ao foco do que te faz infeliz e descartar o que realmente precisa ser descartado.

  • Cuidado com o "talvez eu precise" e "talvez eu uso".
Não vamos ser hipócritas: quem nunca decidiu manter algum item porque pensou que poderia usá-lo em algum momento? "A calça está pequena agora, mas vou emagrecer" já foi meu lema de vida, tanto que como podem ver no post de destralhe do meu guarda-roupa, estabeleci que algumas peças que amo e só preciso perder pouco peso para ficarem melhores, continuariam comigo, porém tenho um prazo de 3 meses para que elas realmente voltem a me servir, do contrário irei me desfazer.
Muitos de nós somos reféns do "talvez" e dessa forma acabamos juntando coisas que não fazem sentido em nossa vida. E como eu já disse aqui, não existe problema nenhum em ter muitas coisas, desde que você goste delas e as aproveite... Mas algumas vezes precisamos ser realistas, a chance de esquecer dessas coisas no dia seguintes são bem grandes. 



Espero que tenham gostado das dicas. Vamos procurar viver uma vida mais leve, com sentido, cercados por coisas que realmente nos façam mais felizes!

Até breve,
Fran Scandolara

Livro | Marie Kondo - A Mágica da Arrumação - Destralhe Roupas

Oi, gente!
Sei que demorei para continuar com essa série, mas estou de volta.
Se você ainda não viu os outros posts sobre A Mágica da Arrumação clique aqui para entender um pouquinho melhor. 



Como expliquei no último post da série, vamos nos organizar por categorias.
A primeira delas é "Roupas". Na qual temos as seguintes subcategorias: blusas, partes de baixo, roupas de pendurar, meias, roupas íntimas, bolsas, acessórios, roupas para ocasiões específicas e sapatos.

Como foi o meu destralhe? 
Bom, estou em uma tentativa de emagrecer (mais uma vez) e tenho muitas roupas que me servem, que eu amo, mas que eu acredito que se eu perder uns quilinhos fiquem com um caimento melhor.
Então, juntei todas as minhas peças em um único lugar e separei por: 
- Blusas sem manga.
- Blusas manga curta.
- Blusas manga 3/4.
- Blusas manga comprida.
- Casacos.
- Coletes.
- Vestidos.
- Saias.
- Shorts.
- Calças.

Dentro de cada categoria, separei da seguinte maneira: 
- Gosto e me serve - essas peças automaticamente ficaram no meu guarda-roupa.
- Gosto, mas pode ficar melhor - essas peças estão separadas em uma mala. Me dei o prazo de 3 meses, para prová-las novamente.
- Gosto, mas vai demorar para servir - essas peças foram embora, pois se vão demorar para servir, não têm necessidade de ficar ocupando um espaço na minha vida e me frustrando sempre que olhá-las.
- Não gosto - tchau!

Depois disso, meu guarda-roupa ficou da seguinte maneira:




BLUSAS SEM MANGA

BLUSAS SEM MANGA E COM MANGA CURTA

CASACOS, BLUSAS COM MANGA LONGA E 3/4, COLETES E VESTIDOS

SHORTS

CALÇAS

ROUPAS DE ACADEMIA

Meias e roupas íntimas: fiz uma limpa em peças que já estavam mais velhinhas.
Roupas para ocasiões específicas: vestidos de festa e biquínis eu guardo dentro do baú da minha cama.
Bolsas, acessórios e sapatos: acredito que merecem um post só para eles. Será o próximo da série.

Sei que ainda não tenho um guarda-roupa minimalista dos sonhos, porém já tenho um guarda-roupa dos meus sonhos. Onde tudo o que vejo tenho vontade de vestir.

O que percebi com a mudança? 
Já ficou muito mais fácil me vestir e saber o que preciso comprar.
Aquela sensação de que não tenho roupa para vestir, já não existe mais e isso realmente é libertador!

E você? Já utiliza o método KonMari na sua vida? Me conta!

Até breve,
Fran Scandolara

Minimalismo | Blogs e canais para quem está descobrindo o minimalismo

Oi, gente!
Vocês sabem que estou encantada com o universo do minimalismo, né? A cada dia que passa descubro um pouco mais de como esse estilo de vida pode trazer benefícios em todos os aspectos. 
Sempre que posso estou lendo e assistindo sobre o assunto e introduzindo as dicas na minha vida, conforme meus objetivos.
E hoje quero dividir com vocês os meus favoritos sobre esse tema :)



Blogs:
Sou minimalista
Feliz com a vida
Vida minimalista
O minimalista
Lar possível
- Sem moldura

Canais:
- Bia Campedelli
- Elisa Langsch
- Luiza Ferro
Querido Click
Rosana Radke

Em geral, tanto os blogs quanto os canais, não falam somente sobre o minimalismo, mas a temática busca sempre melhorar a qualidade de vida de quem lê/assiste. Recomendo que deem uma olhadinha neles.

Vocês tem alguma sugestão de blog ou canal sobre essa temática?


Até breve,
Fran Scandolara

Série | O que "13 reasons why" vem nos reafirmar?

Oi, gente!
No dia 31 de março estreou a série original da Netflix "13 reasons why", em português "13 porquês".
Resolvi me render e o resultado foi uma temporada em 2 dias, rs



Sobre a série: Hannah Baker é uma adolescente que cometeu suicídio e deixou uma caixa com 13 fitas (daquelas de rádio, bem antigas) e um mapa para 13 pessoas que ela considera terem interferido de maneira direta na sua decisão de cometer o ato. A série mostra quando as fitas chegam a Clay e vai nos ambientando em todas as reações que ele tem ao descobrir os motivos.

Minhas considerações: bom, levando em conta que eu assisti a série em dois dias, posso dizer que gostei bastante da série. Ela aborda assuntos sérios do universo adolescente e de uma maneira também séria, sem menosprezar os sentimentos e minimizar a importância das cenas que estão acontecendo. 
É uma temática bastante atual, mas que também vai fazer sentido se você, como eu, já não está no ensino médio há algum tempo, rs. São dramas que hoje em dia, olhando de fora, parecem bobos, mas que quando estamos passando por essa fase fazem todo sentido. 

Pensando em tudo que a história passou (e torcendo para que a 2ª temporada chegue logo), resolvi escrever esse post com alguns pensamentos que a série veio nos reafirmar. Vamos lá então:

  • Não ajude a espalhar fotos íntimas. Não é só quando estamos em fase escolar, não. Quantas vezes chegam até nós fotos de outras pessoas, em situações constrangedoras, não necessariamente nuas, mas de maneiras que também não gostaríamos que estivéssemos expostos. Não passe adiante. Simplesmente apague e diga para quem enviou que você não gostaria de receber esse tipo de conteúdo.
  • Não rotule as pessoas. Mesmo quando for um "rótulo bom". Rotular é algo que não faz nenhum sentido. Como pode uma pessoa ser qualificada por apenas uma característica? As pessoas são conjuntos de características e nem sempre o que é um elogio para você é um elogio para a outra pessoa. 
  • Não faça nada por pressão dos amigos. Muitas vezes estamos em um círculo de amigos e a convivência acaba nos fazendo tomar decisões bobas para parecermos ainda mais "da turma". Bobagem. Quem vai gostar de você, vai gostar como você é. Você não precisa se reafirmar para ninguém.
  • Não pratique o bullying. Isso parece tão óbvio, né? Mas, pensando consigo lembrar inúmeras vezes em que grande parte dos alunos da minha sala, inclusive eu, caíram matando em cima de algo que outro aluno fez. Na época, não parecia nada demais. Afinal, eu nunca sofri um bullying pesado. Mas, tenho certeza que a pessoa que recebia a enxurrada de críticas, com ou sem motivo, deve ter ficado muito abalada na época.
  • Abuso é abuso. Não tente minimizar esse ato. Esconder, fingir que não aconteceu. Pode ser abuso físico ou psicológico, é abuso e isso não deve acontecer com você. Conte para seus pais, para seus amigos, para responsáveis. Conte!
  • Drama familiar. Acredite: não existe família 100% perfeita. Infelizmente, vivemos em um mundo de aparências, onde a grama do outro sempre parece mais verde que a nossa. Mas, isso porque só nos mostram o que querem que a gente veja. Todos vamos passar por desentendimentos e incompreensões dentro de casa, mas na maioria das vezes, isso passa. 
  • Tente não julgar. Digo tente, porque é bastante difícil. Mas, muitas vezes pensamos, quando não dizemos, algo sobre alguma pessoa e não sabemos o que ela está passando verdadeiramente.
E, é claro, que nas entrelinhas da série temos muitas outras reafirmações. Então, se você ainda não assistiu, recomendo fortemente que assista. Não espere cenas cômicas, porque são bastante raras. É uma série intensa, profunda e cheia de problemas que precisamos enfrentar. 
Ps: o último capítulo poderia ter sido melhor explorado, mas ainda assim, vale a pena assistir.

E você? Já assistiu? O que achou? O que a série te mostrou?


Até breve,
Fran Scandolara