Quando descobri que tinha coisas demais...

Oi, gente!


Não sei dizer ao certo quando foi a primeira vez em que ouvi a palavra minimalismo, mas posso dizer que o interesse por esse universo se intensificou no ano passado, depois que comecei a ver vídeos de armário-cápsula.
Os meus primeiros contatos, ainda que leves, com o minimalismo foram através dos canais da Luiza Ferro e da Elisa Langsch, Aos poucos, meu interesse foi aumentando e quando vi já falava sobre as vantagens de diminuir o consumo com meus amigos.
Tentei me adaptar ao armário-cápsula, mas descobri que o método ainda não é o melhor pra mim, preciso desenvolver melhor meu estilo para depois priorizar apenas o que me cai bem. No momento, o método mas eficaz tem sido o KonMari, da Marie Kondo, que não só ajuda a organizar como também, e principalmente, a destralhar.

Depois do primeiro contato, com o passar das semanas, eu comecei a entender de onde vinha me irritação ao entrar na minha casa. De onde vinha aquela sensação de incômodo e impotência de não saber o que fazer. Eu tinha coisas demais. E inconscientemente eu tinha tomado consciência disso.
Mas não, eu não saí me desfazendo das minhas coisas sem critério algum. É o que eu sempre digo aqui, até as coisas boas quando levadas ao exagero se tornam ruins. Eu decidi então pesquisar como começar o minimalismo. Comecei a me descobrir, entender o que de fato era excesso na minha vida.

A primeira grande mudança pra mim, foi deixar de comprar porque simplesmente queria algo e começar a comprar apenas o que eu realmente precisava. Nunca fui a louca das compras, até porque a situação $ nunca permitiu isso. Mas dois fatos, dois padrões de consumo na verdade, podem ser usados como exemplo: sempre fui gorda (ou acima do peso, tanto faz) e sempre (desde a adolescência) calcei 39/40. Isso acabou me trazendo o seguinte padrão de consumo: Serviu? Então compra, pois pode ser que depois você não encontre mais o seu tamanho. Resultado: muitas peças de roupas e sapatos que simplesmente não representam meu estilo em nada, mas ficaram paradas durante muito tempo no meu guarda-roupa somente pelo medo de depois precisar e não encontrar nada que me servisse.

Esse é apenas um exemplo de padrão de consumo. Por isso, é importante que você comece a observar o por quê de ter tantas coisas. Buscando a fundo você vai acabar descobrindo.
Além disso, como eu disse um pouquinho antes, a situação financeira nunca foi muito boa lá em casa. Nunca me faltou nada, mas também nunca pude fazer uma escolha pela melhor marca, por exemplo, por não ter dinheiro. E aí entra outro benefício do minimalismo. Deixando de comprar o que você não precisa, o dinheiro parece começar a render no final do mês.

Hoje, percebo como o minimalismo pode ser libertador e estimulante.
E você? Qual a sua experiência com o minimalismo?
Aproveite 2017 e saia da sua zona de conforto, liberte-se de padrões de consumo. Seja feliz!

Até breve,
Fran Scandolara

Queridinhas dos Seguidores

Desafio Pessoal: 14 peças, 14 dias

Projeto: Reeducando a Mente

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